publicado por agência Mongabay
Desde o final de 2019 em funcionamento, o programa RenovaBio estimula produtores de biocombustíveis a produzir com menor emissão de carbono.
Em seu primeiro ano, o programa sobreviveu à crise provocada pelo coronavírus e às oscilações dos Créditos de Descarbonização na Bolsa de Valores, mas ainda apresenta fraquezas.
O programa não leva em consideração a dinâmica do uso do solo e o desmatamento indireto, fatos presentes no cultivo da soja, que constitui 70% do biodiesel produzido no Brasil.
Embora o Brasil tenha apostado fortemente nos biocombustíveis como solução energética, novo relatório da Agência Internacional de Energia sugere que até 2050 metade da redução de emissões deverá vir de tecnologias experimentais, como baterias avançadas para veículos elétricos e sistemas de produção de hidrogênio.
